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MT13Medicina Ocupacional · Goiânia

Eletroencefalograma (EEG) ocupacional em Goiânia

O EEG capta a atividade elétrica cerebral e pode apontar alterações que aumentam o risco de crises e perda de consciência. Em funções críticas, ele complementa a avaliação do médico do trabalho.

Para que serve o EEG na saúde ocupacional

O eletroencefalograma capta, por meio de eletrodos no couro cabeludo, os sinais elétricos produzidos pelos neurônios. No contexto do trabalho, a principal preocupação é identificar alterações que possam estar associadas a crises epilépticas ou a outras condições que levem à perda súbita de consciência. Em funções em que um segundo de desatenção pode causar queda, choque ou colisão, essa informação é valiosa para a decisão do médico.

É importante lembrar que o EEG é um exame complementar. Ele não é decisivo sozinho: o médico do trabalho sempre o interpreta junto com a história clínica e o exame físico.

Funções em que o EEG costuma ser solicitado

  • Trabalho em altura, como montagem de estruturas, telhados e manutenção em postes.
  • Eletricistas e profissionais que atuam em instalações energizadas.
  • Operadores de máquinas com partes móveis, prensas e guindastes.
  • Motoristas e operadores de veículos industriais.
  • Trabalho em espaço confinado.
  • Vigilantes e funções com porte de arma, quando previsto.

A definição final está no PCMSO da empresa. Para quem atua em altura, o exame costuma andar junto com a capacitação de trabalho em altura (NR-35).

Como o exame acontece

  1. Chegada. O trabalhador chega com o cabelo limpo e seco, sem produtos, e informa os medicamentos em uso.
  2. Colocação dos eletrodos. Pequenos eletrodos são fixados no couro cabeludo com pasta condutora, em posições padronizadas.
  3. Registro em repouso. Com o trabalhador deitado ou reclinado, de olhos fechados e relaxado, a atividade cerebral é registrada.
  4. Provas de ativação. Podem ser pedidas respiração profunda e estímulo luminoso, que ajudam a revelar alterações.
  5. Laudo. O traçado é analisado e o laudo segue para o médico do trabalho.

Quem já teve crise convulsiva, desmaio sem causa definida ou faz uso de medicamentos para o sistema nervoso deve informar no agendamento e na consulta. Essas informações mudam a forma de interpretar o exame.

EEG e ECG: qual a diferença

Eletroencefalograma (EEG)Eletrocardiograma (ECG)
Órgão avaliadoCérebroCoração
Onde ficam os eletrodosCouro cabeludoTórax e membros
Principal uso ocupacionalRisco de crises e perda de consciênciaAlterações de ritmo e condução cardíaca

Muitas funções críticas têm os dois exames no PCMSO. Veja também o eletrocardiograma ocupacional.

Documento entregue à empresa

Para a empresa vai o ASO com a conclusão do médico, que leva em conta o laudo do EEG. O laudo em si fica no prontuário do trabalhador, protegido pelo sigilo médico. Quando o exame mostra alteração, o trabalhador é orientado a buscar avaliação com especialista, e a empresa recebe as orientações necessárias para a gestão da função, sem exposição de detalhes clínicos.

Cuidados no dia do exame

Além do cabelo limpo e seco, o trabalhador deve evitar tranças, apliques ou penteados que dificultem a colocação dos eletrodos. Não interrompa medicamentos por conta própria: qualquer ajuste só pode ser feito com orientação do médico que os prescreveu. Bebidas com cafeína e energéticos podem interferir no traçado; as orientações completas são passadas no agendamento. Ao fim do exame, a pasta condutora é retirada com facilidade, e o trabalhador pode voltar às atividades normalmente.

Por que fazer o EEG com a MT13

Concentrar os exames de funções críticas em um só lugar facilita a vida do RH: o trabalhador faz o EEG, os demais complementares e a avaliação clínica de forma coordenada, e o ASO sai coerente com o PCMSO. Agende pelo WhatsApp. Atendemos empresas de Goiânia e região. Para exames neurológicos fora do contexto do trabalho, veja o eletroencefalograma para pacientes.

Tire suas dúvidas

Perguntas frequentes

O EEG é obrigatório para trabalho em altura?

A NR-7 não traz uma lista fixa de exames por atividade. Quem define os exames complementares é o médico responsável pelo PCMSO, considerando os riscos da função. O EEG é frequentemente incluído para funções em altura e outras atividades críticas.

Como devo ir para o exame?

Com o cabelo limpo e seco, sem creme, óleo, gel ou spray. Outras orientações, como em relação ao sono e a medicamentos, são passadas no agendamento conforme o tipo de exame.

O EEG pode dar choque?

Não. Os eletrodos somente registram os sinais elétricos do cérebro, sem aplicar corrente alguma. O exame é indolor.

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