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MT13Medicina Ocupacional · Goiânia

Exame periódico em Goiânia

Feito ao longo do contrato, o exame periódico acompanha quem já trabalha na empresa e revela se a função está deixando marcas no organismo. A MT13 ajuda o RH a manter o calendário em dia, sem correria e sem periódicos atrasados esquecidos na gaveta.

O que o exame periódico verifica

Depois da admissão, a saúde do trabalhador continua sendo responsabilidade compartilhada entre ele e a empresa. O exame periódico é a forma prevista na NR-7 de acompanhar essa saúde ao longo do contrato. O médico revê o histórico, conversa sobre sintomas, faz o exame físico e analisa os exames complementares indicados para a função.

O valor do periódico está na comparação. Uma audiometria isolada diz pouco; a mesma audiometria ao lado das anteriores mostra se houve perda ao longo dos anos. É essa leitura em série que permite agir cedo: ajustar um equipamento de proteção, rever um posto de trabalho ou orientar o trabalhador a procurar tratamento.

Qual é a frequência correta

A periodicidade não é igual para todo mundo. Ela depende dos riscos aos quais cada função está exposta e da condição de saúde de cada pessoa. A regra geral da NR-7 é esta:

Situação do trabalhadorFrequência do periódico
Exposto a riscos identificados no inventário do PGRTodo ano, ou com intervalo menor se o médico decidir
Portador de condição que aumenta a suscetibilidade (por exemplo, doença crônica)Todo ano, ou com intervalo menor se o médico decidir
Demais trabalhadoresDe dois em dois anos

Certos exames complementares têm periodicidade própria, definido nos anexos da NR-7. É o caso da audiometria ocupacional para quem trabalha exposto a ruído. Tudo isso precisa estar escrito no PCMSO, que é o documento de referência para o RH saber quem convocar e quando.

Onde as empresas costumam errar

O periódico é o exame que mais fica atrasado. O admissional tem data marcada pela contratação e o demissional pelo desligamento, mas o periódico depende de alguém lembrar. Os problemas mais comuns que encontramos são:

  • Controle feito por planilha manual, sem alerta, que só é lembrado na véspera de uma fiscalização.
  • Todos os funcionários convocados no mesmo mês, o que tira muita gente do posto ao mesmo tempo.
  • Exames complementares feitos fora do calendário do PCMSO ou esquecidos.
  • Trabalhadores que trocaram de setor sem que o periódico considerasse os novos riscos.
  • Eventos de monitoramento da saúde não enviados ao eSocial.

Como organizamos o periódico com o seu RH

  1. Levantamento da equipe. Cruzamos a lista de funcionários com as datas dos últimos exames e com a periodicidade prevista no PCMSO.
  2. Agenda escalonada. Propomos uma distribuição ao longo dos meses para não esvaziar setores e evitar acúmulo.
  3. Atendimento. O trabalhador faz os exames complementares e a avaliação clínica no mesmo atendimento, sempre que possível.
  4. ASO e registros. O atestado sai com a conclusão do médico, e os resultados entram no prontuário para comparação futura.
  5. Próxima convocação. A data do próximo periódico já fica prevista, o que facilita o planejamento do RH.

Documentos que ficam com a empresa

Ao fim de cada atendimento, a empresa recebe o ASO informando se o trabalhador está apto ou inapto para a função. Os exames ficam registrados no prontuário clínico, que precisa ser guardado conforme a NR-7. Quando a empresa contrata o envio, as informações seguem para o evento S-2220 do eSocial, que registra o monitoramento da saúde do trabalhador.

Se o periódico mostrar alteração relacionada ao trabalho, o médico orienta a empresa sobre as medidas necessárias, que podem incluir rever o PGR, reforçar a proteção ou afastar o trabalhador da exposição.

Periódico com a MT13 em Goiânia

O que muda para o RH é a previsibilidade. Em vez de correr atrás de periódicos atrasados, a empresa trabalha com um calendário conhecido, agendamento pelo WhatsApp e um único ponto de contato para tirar dúvidas. Atendemos empresas da capital e da Grande Goiânia, como Trindade, Senador Canedo e Aparecida de Goiânia. Para ver os outros exames que compõem o ASO, acesse exames ocupacionais.

Tire suas dúvidas

Perguntas frequentes

De quanto em quanto tempo o exame periódico deve ser feito?

Pela NR-7, trabalhadores expostos a riscos identificados no inventário do PGR, ou com maior suscetibilidade, fazem o exame todo ano, ou com mais frequência se o médico entender necessário. Para os demais, o intervalo é de dois anos. A frequência de cada função fica registrada no PCMSO.

O ASO do periódico tem validade?

A NR-7 não fala em validade do ASO. O que existe é a periodicidade do exame definida no PCMSO. Por isso o controle deve ser feito pela data do último exame de cada trabalhador.

O funcionário pode fazer o periódico em horário de trabalho?

Sim. O exame é uma obrigação da empresa e costuma ser feito durante a jornada. O custo é do empregador e não pode ser repassado ao trabalhador.

Próximo passo

Conte o que a sua empresa precisa

Nossa equipe responde pelo WhatsApp e monta a proposta de acordo com os riscos e o tamanho do seu time.